Digite um dos códigos de recuperação que você salvou ao ativar o MFA. Cada código serve uma única vez.
Quando a central dispara, o evento aparece na mesma tela em que a portaria já trabalha — com a partição, a zona e a hora. E o porteiro arma ou desarma dali mesmo, sem descer até o teclado da guarita.
Sem computador com software de fabricante ligado na guarita, sem receptora dedicada e sem depender da nuvem de ninguém. A central aponta para o nosso endereço e conecta.
Central de alarme antiga produz duas coisas: barulho e ligação para o síndico. Aqui cada evento vira um item com estado, dono e histórico.
O botão de pânico abre um aviso vermelho com som na tela de monitoramento, com o nome do local. Não depende de alguém estar olhando a lista no momento certo.
O alarme entra numa fila de trabalho com três estados. Quem assume marca como resolvendo; quem fecha marca como resolvido. Ninguém precisa lembrar o que ficou pendente.
Sensor com defeito disparando doze vezes seguidas vira uma linha que mostra doze ocorrências. A tela continua legível justamente quando a noite fica agitada.
Fora do cockpit existe a tela dedicada, com o histórico do que aconteceu, quando e em qual painel — para conferir depois, com calma.
O alarme aparece na mesma tela que já mostra as câmeras e os botões de abrir portão. Um evento, uma tela — o porteiro não troca de sistema no meio da ocorrência.
Quando o painel para de se comunicar, ele aparece como offline na tela. Alarme que morreu calado é o pior tipo de alarme.
O comando sai do sistema e chega na central pelo mesmo caminho por onde o evento veio. Não é a nuvem do fabricante: é o canal do condomínio.
Falamos com a linha Active da JFL e com a linha AMT da Intelbras, pelo protocolo oficial de cada fabricante. São as duas marcas que dominam o condomínio brasileiro.
O instalador aponta a central para o nosso endereço pelo aplicativo do próprio fabricante e cadastra o painel no sistema. Sensor, sirene e fiação seguem como estão.
Não existe programa de fabricante rodando num computador do condomínio para receber os eventos. Se aquele computador desliga, nada se perde — porque ele não está no caminho.
Onde não há rede cabeada, o módulo de celular da própria central resolve. O protocolo é o mesmo — muda só por onde o evento viaja.
Você vai descobrir de qualquer jeito. Melhor agora do que depois de instalar.
Conte qual painel está instalado e a gente mostra o evento chegando, ao vivo.
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