Alarme monitorado

O alarme para de falar só com a sirene.

Quando a central dispara, o evento aparece na mesma tela em que a portaria já trabalha — com a partição, a zona e a hora. E o porteiro arma ou desarma dali mesmo, sem descer até o teclado da guarita.

A sirene avisa quem está por perto. O sistema avisa quem precisa agir.

Do disparo à tela

A central fala com a gente direto

Sem computador com software de fabricante ligado na guarita, sem receptora dedicada e sem depender da nuvem de ninguém. A central aponta para o nosso endereço e conecta.

1 A central disca para nós O painel é configurado uma vez com o nosso endereço e mantém a conexão de pé — pela internet do condomínio ou pelo módulo de celular da própria central.
2 O evento vira alarme Disparo, pânico, arme, desarme e falha entram com partição, zona e horário — e o mesmo evento repetido soma ocorrências em vez de virar dez linhas iguais.
3 Aparece na portaria — e dá para agir O alarme entra no cockpit de Monitoramentos, ao lado das câmeras. Pânico abre um aviso vermelho com som. E dali mesmo o porteiro arma ou desarma a partição.
O que o porteiro vê

Alarme que vira trabalho, não ruído

Central de alarme antiga produz duas coisas: barulho e ligação para o síndico. Aqui cada evento vira um item com estado, dono e histórico.

Pânico não passa batido

O botão de pânico abre um aviso vermelho com som na tela de monitoramento, com o nome do local. Não depende de alguém estar olhando a lista no momento certo.

Gerado, resolvendo, resolvido

O alarme entra numa fila de trabalho com três estados. Quem assume marca como resolvendo; quem fecha marca como resolvido. Ninguém precisa lembrar o que ficou pendente.

Um evento repetido é um evento

Sensor com defeito disparando doze vezes seguidas vira uma linha que mostra doze ocorrências. A tela continua legível justamente quando a noite fica agitada.

Central de alarmes

Fora do cockpit existe a tela dedicada, com o histórico do que aconteceu, quando e em qual painel — para conferir depois, com calma.

Ao lado da câmera

O alarme aparece na mesma tela que já mostra as câmeras e os botões de abrir portão. Um evento, uma tela — o porteiro não troca de sistema no meio da ocorrência.

Central muda, você sabe

Quando o painel para de se comunicar, ele aparece como offline na tela. Alarme que morreu calado é o pior tipo de alarme.

Comando remoto

Armar e desarmar sem ir até o teclado

O comando sai do sistema e chega na central pelo mesmo caminho por onde o evento veio. Não é a nuvem do fabricante: é o canal do condomínio.

Total, em casa ou saindo Os três modos que a central entende, em português e por partição: a quadra pode ficar armada enquanto o salão está liberado para a festa.
Desarmar pede confirmação Desarmar baixa a guarda do condomínio, então exige um segundo toque. Armar é um clique só — a ação segura não precisa de fricção.
Fica registrado quem operou Cada comando é enviado com o usuário do sistema que clicou. Quando alguém pergunta quem desarmou às três da manhã, a resposta está no histórico.
O que precisa mudar no prédio

A central que já está na parede continua lá

JFL e Intelbras

Falamos com a linha Active da JFL e com a linha AMT da Intelbras, pelo protocolo oficial de cada fabricante. São as duas marcas que dominam o condomínio brasileiro.

Configuração é uma visita

O instalador aponta a central para o nosso endereço pelo aplicativo do próprio fabricante e cadastra o painel no sistema. Sensor, sirene e fiação seguem como estão.

Sem PC na guarita

Não existe programa de fabricante rodando num computador do condomínio para receber os eventos. Se aquele computador desliga, nada se perde — porque ele não está no caminho.

Sem rede? Tem o chip

Onde não há rede cabeada, o módulo de celular da própria central resolve. O protocolo é o mesmo — muda só por onde o evento viaja.

Antes que você pergunte

O que a gente não faz

Você vai descobrir de qualquer jeito. Melhor agora do que depois de instalar.

Central de monitoramento 24 horas Não temos plantão de gente. Entregamos o evento e o comando na tela; quem olha é a sua equipe ou a portaria remota que você já contrata.
Qualquer marca de painel Hoje são JFL Active e Intelbras AMT. Cada fabricante fala um protocolo próprio, então marca nova é trabalho de integração — não é uma configuração.
Ignorar uma zona pela tela Ainda não. Sensor com defeito se inibe no teclado da central. Armar, desarmar e conferir o estado, sim — isso está na tela.
Aviso de central sem energia Ainda não. A central informa esse diagnóstico e ele está no nosso caminho de leitura, mas ainda não vira card na tela. Não vendemos o que está por vir.

Traga a central do seu condomínio para a tela

Conte qual painel está instalado e a gente mostra o evento chegando, ao vivo.

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