Ponto eletrônico no condomínio

A guarita troca de turno. O ponto troca junto.

Escala 12x36 de verdade, tablet com reconhecimento facial na portaria e a passagem de serviço que já bate o ponto de quem sai e de quem entra.

Falar no WhatsAppVer a troca de turno

O porteiro não precisa lembrar de bater o ponto na troca de turno — a passagem de serviço bate pelos dois.

A escala do porteiro

12x36 não é exceção. É a regra da guarita.

O ponto que só entende segunda a sexta cobra falta no dia de folga e quebra o plantão da noite em dois. Este entende o ciclo.

Como funcionaDo ciclo 12x36 ao espelho do mês
  1. 1Escolha a escala12x36, 24x48, 6x1 — ou o ciclo que o seu condomínio inventou.
  2. 2Cada um na sua dataO ciclo começa no dia de cada porteiro. Um trabalha hoje, o outro amanhã.
  3. 3Ele bate na guaritaO tablet reconhece o rosto. Folga do ciclo não cobra presença.
  4. 4O mês fecha certoPlantão que vira a noite, hora noturna e extra saem separadas no espelho.

A escala de verdade

12x36, 24x48, 6x1, 5x1, 4x2 e 12x60 prontas para escolher. E, se o condomínio tem um ciclo só dele, dá para montar o personalizado.

Cada porteiro na sua data

Dois porteiros na mesma escala não trabalham no mesmo dia. O ciclo começa na data de cada um — um está hoje, o outro amanhã.

Folga não vira falta

O dia de folga do ciclo não cobra presença. Falta só conta em dia de plantão.

O plantão que vira a noite

Entrou às 18h, saiu às 6h: é um turno só, contado no dia em que começou. Não sai quebrado em dois dias no espelho.

A hora noturna à parte

O que foi trabalhado entre 22h e 5h aparece separado. E a hora extra sai dividida em 50% e 100%.

A regra do 12x36

Domingo dentro do plantão não vira extra de 100%: o descanso já está no ciclo. Quando a convenção da categoria pede diferente, é uma opção da escala.

Troca de plantão pelo celularnovo

O porteiro pede a troca com o colega da mesma escala, o síndico aprova, e os dois são avisados. O espelho mostra quem cedeu e quem assumiu.

A troca de turno

Passar o serviço e bater o ponto viram um ato só.

Na guarita, a saída de um é a entrada do outro. O sistema registra as duas batidas no mesmo segundo, junto com a passagem de serviço — e nenhum dos dois precisa lembrar de bater.

Como funcionaA troca de turno que já bate o ponto
  1. 1Quem sai passa o serviçoNa mesma tela da passagem que a portaria já usa.
  2. 2Os dois se identificamCom o rosto ou com a senha — um de cada vez.
  3. 3Saem as duas batidasA saída de quem entrega e a entrada de quem assume, no mesmo segundo.
  4. 4Fica um comprovanteUm documento só: quem saiu, quem entrou, a hora e os dois registros.

Um ato, duas batidasnovo

Confirmada a passagem de serviço, sai o ponto de quem entrega e entra o de quem assume — no mesmo segundo, sem ninguém lembrar de bater.

A passagem que a portaria já faz

É a mesma tela de passagem de serviço, com os objetos entregues e as observações. O ponto entra junto; o porteiro não aprende nada novo.

Não passa o turno que não começou

Se quem está saindo nem bateu a entrada, o sistema avisa antes de registrar a troca.

O rosto no lugar da senhanovo

A senha da guarita todo mundo acaba sabendo. Com o reconhecimento ligado, cada um se identifica olhando para a câmera — e a senha fica de reserva.

O cadastro do rosto na primeira troca

Quem ainda não tem o rosto cadastrado tira a foto ali mesmo, durante a passagem. Sem agendar nada com o RH.

Um comprovante da troca

Um documento só diz quem saiu, quem entrou, a hora e o número de registro das duas batidas.

O buraco entre dois turnos aparece

O relatório do mês mostra troca sem passagem registrada e dois porteiros em serviço ao mesmo tempo.

Onde bater

O ponto está onde o funcionário está.

O porteiro fica na guarita; o zelador, não. Cada um bate do jeito que o trabalho dele permite — e sem o condomínio comprar relógio de parede.

Zelador de capacete na casa de bombas do condomínio, com um tablet na mão.

Quem não fica na guarita bate pelo celular.

Casa de máquinas, garagem, jardim. Sem sinal, a batida espera no aparelho com a hora certa e sobe quando a rede volta.

Um tablet na guarita

O tablet vira o relógio de ponto do condomínio. O funcionário olha para a câmera e o sistema reconhece quem é — ninguém digita nada.

Crachá com QR ou PIN

Para quem prefere, um crachá impresso com o código pessoal. Trocou o PIN, o crachá antigo deixa de valer.

O celular de quem circula

Zelador, faxineira e jardineiro batem pelo aplicativo onde estiverem no condomínio, com selfie e prova de vida.

A cerca do condomínio

Cada batida guarda a localização e se foi dada dentro da área do condomínio.

Sem sinal, bate igual

Garagem, subsolo, casa de máquinas. A batida fica no aparelho com a hora real e sobe sozinha quando o sinal volta.

Do computador da portaria

Quem já trabalha no sistema bate pelo relógio do topo da tela, sem sair do que está fazendo.

Pelo WhatsAppnovo

Quando o condomínio libera, a batida também pode ser feita por mensagem, com selfie.

A prova

Ninguém apaga uma batida.

Caderno de ponto não vale nada numa reclamatória. Registro com número, que ninguém edita e que o funcionário confere, vale — para os dois lados.

O número de registro na hora

Cada batida recebe o seu NSR sequencial e o comprovante do trabalhador, no padrão de ponto por aplicativo da Portaria 671.

Ninguém apaga uma batida

Nem o funcionário, nem o síndico, nem nós. A marcação nasce imutável.

Correção é pedido, não edição

Esqueceu de bater? Abre-se um pedido, quem gerencia aprova, e o histórico guarda o antes e o depois.

Atestado abona o dia

O atestado entra anexado e o dia deixa de contar como falta — e de levar o descanso da semana junto.

Os arquivos da fiscalização

AFD e AEJ saem do próprio sistema, no layout da Portaria 671, na hora em que o fiscal pedir.

Prova para os dois lados

O porteiro confere as próprias batidas quando quiser. O condomínio não depende de caderno de ponto numa reclamatória.

Rosto e localização só se o condomínio exigir

São dados pessoais. Entram quando o condomínio liga, com finalidade declarada — nunca por padrão.

O fim do mês

O espelho fecha sem planilha.

Quem bateu, quanto deve, quanto tem no banco de horas e o arquivo que vai para o contador — sem ninguém somar à mão.

A equipe numa tela

Quem consegue bater, o que falta no cadastro de cada um e quem ainda não bateu hoje — sem abrir funcionário por funcionário.

O espelho do mês

Horas trabalhadas e previstas, atraso, falta, extra e noturno, dia a dia. O porteiro vê o dele; o síndico vê de todos.

Banco de horas que acumula

O saldo vem dos meses anteriores, não zera no dia 1º. Crédito e compensação lançados à mão exigem motivo.

Férias e desligamento na linha

Marcar as férias, corrigir a batida esquecida e desligar alguém acontecem na própria linha da equipe.

Mês fechado não muda

Fechado o mês, nenhum ajuste entra por baixo. Reabrir fica só com quem administra o sistema.

O espelho em PDF

A folha do mês dia a dia, pronta para imprimir e colher a assinatura do funcionário.

O arquivo para o contador

As horas do mês por funcionário — extra 50% e 100%, noturno, descanso e faltas — no layout do sistema de folha que ele já usa.

O que ele não faz
Não calcula o salárioHolerite, INSS e IRRF continuam com o contador. O sistema entrega as horas apuradas, separadas por tipo.
Não transmite o eSocialOs eventos do funcionário ainda não saem daqui para o governo. Quem prometer isso em nosso nome, não foi a gente.
Não é relógio de paredeÉ ponto por aplicativo (REP-P): no tablet da guarita, no celular e no computador. Não há equipamento para comprar.
Quem usa

Uma base de dados, oito papéis.

Cada pessoa que toca o condomínio entra pela mesma porta e enxerga só o que é dela.

SíndicoVê a saúde do condomínio sem depender de planilha nem de e-mail.
AdministradoraOpera a carteira inteira numa conta só, trocando de condomínio sem sair da tela.
ContadorPuxa demonstrativo e contabilização já conciliados com o extrato.
AdvogadoRecebe a inadimplência filtrada e pronta para virar acordo ou cobrança.
GarantidoraAcompanha o risco da carteira conforme os boletos são pagos.
InstaladorCadastra câmera, catraca e leitor sem abrir chamado com o suporte.
MoradorResolve boleto, reserva e visitante pelo celular, a qualquer hora.
PorteiroLibera acesso, registra encomenda e passa o turno em segundos.

Tudo o que ele faz.

E o ponto é uma peça — o mesmo sistema cuida do condomínio inteiro.

Boletos e PIX

Emissão em lote e baixa automática.

Conciliação bancária

O retorno do banco entra sozinho.

Cobrança e acordos

Da inadimplência ao contrato assinado.

Repasse automático

O dinheiro cai na conta certa, sozinho.

Conta digital

Prestação de contas pronta no fim do mês.

Assembleia e ataIA

A reunião acaba com o rascunho da ata escrito.

Votações e enquetes

O morador vota pelo aplicativo.

Portaria e acesso

Face, digital, cartão, senha, QR e interfone.

Encomendas e armárioIA

Etiqueta lida, morador avisado.

Câmeras e detecçãoIA

A câmera reconhece e só então avisa.

Vizinhança Solidárianovo

As câmeras do muro, compartilhadas.

Alarmes

Painéis JFL e Intelbras, com arme e desarme pela tela.

Obras e reforma

Do condomínio à unidade, NBR 16280.

Manutenção e OS

O prédio avisa antes de dar problema.

RH e ponto

Escala 12x36, ponto e férias num lugar só.

Contratos e assinatura

Nasce e é assinado no mesmo lugar.

TV e comunicados

O recado alcança quem não abre o app.

Domínio e e-mail próprios

O condômino vê só a sua marca.

Para administradoras

Sua marca. Nossa plataforma.

O condômino nunca precisa saber que existe um fornecedor por trás da sua administradora.

Domínio próprioO cliente acessa por app.suaempresa.com.br, com certificado no seu nome.
E-mail próprioAs notificações saem do seu domínio, não do nosso.
Troca rápida de carteiraPule de um condomínio para outro sem perder a tela em que estava.

Vamos montar a escala da sua portaria.

Conte quantos funcionários e quais turnos o condomínio tem — a gente mostra rodando.

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