A escala de verdade
12x36, 24x48, 6x1, 5x1, 4x2 e 12x60 prontas para escolher. E, se o condomínio tem um ciclo só dele, dá para montar o personalizado.
Escala 12x36 de verdade, tablet com reconhecimento facial na portaria e a passagem de serviço que já bate o ponto de quem sai e de quem entra.
O ponto que só entende segunda a sexta cobra falta no dia de folga e quebra o plantão da noite em dois. Este entende o ciclo.
12x36, 24x48, 6x1, 5x1, 4x2 e 12x60 prontas para escolher. E, se o condomínio tem um ciclo só dele, dá para montar o personalizado.
Dois porteiros na mesma escala não trabalham no mesmo dia. O ciclo começa na data de cada um — um está hoje, o outro amanhã.
O dia de folga do ciclo não cobra presença. Falta só conta em dia de plantão.
Entrou às 18h, saiu às 6h: é um turno só, contado no dia em que começou. Não sai quebrado em dois dias no espelho.
O que foi trabalhado entre 22h e 5h aparece separado. E a hora extra sai dividida em 50% e 100%.
Domingo dentro do plantão não vira extra de 100%: o descanso já está no ciclo. Quando a convenção da categoria pede diferente, é uma opção da escala.
O porteiro pede a troca com o colega da mesma escala, o síndico aprova, e os dois são avisados. O espelho mostra quem cedeu e quem assumiu.
Na guarita, a saída de um é a entrada do outro. O sistema registra as duas batidas no mesmo segundo, junto com a passagem de serviço — e nenhum dos dois precisa lembrar de bater.
Confirmada a passagem de serviço, sai o ponto de quem entrega e entra o de quem assume — no mesmo segundo, sem ninguém lembrar de bater.
É a mesma tela de passagem de serviço, com os objetos entregues e as observações. O ponto entra junto; o porteiro não aprende nada novo.
Se quem está saindo nem bateu a entrada, o sistema avisa antes de registrar a troca.
A senha da guarita todo mundo acaba sabendo. Com o reconhecimento ligado, cada um se identifica olhando para a câmera — e a senha fica de reserva.
Quem ainda não tem o rosto cadastrado tira a foto ali mesmo, durante a passagem. Sem agendar nada com o RH.
Um documento só diz quem saiu, quem entrou, a hora e o número de registro das duas batidas.
O relatório do mês mostra troca sem passagem registrada e dois porteiros em serviço ao mesmo tempo.
O porteiro fica na guarita; o zelador, não. Cada um bate do jeito que o trabalho dele permite — e sem o condomínio comprar relógio de parede.
Casa de máquinas, garagem, jardim. Sem sinal, a batida espera no aparelho com a hora certa e sobe quando a rede volta.
O tablet vira o relógio de ponto do condomínio. O funcionário olha para a câmera e o sistema reconhece quem é — ninguém digita nada.
Para quem prefere, um crachá impresso com o código pessoal. Trocou o PIN, o crachá antigo deixa de valer.
Zelador, faxineira e jardineiro batem pelo aplicativo onde estiverem no condomínio, com selfie e prova de vida.
Cada batida guarda a localização e se foi dada dentro da área do condomínio.
Garagem, subsolo, casa de máquinas. A batida fica no aparelho com a hora real e sobe sozinha quando o sinal volta.
Quem já trabalha no sistema bate pelo relógio do topo da tela, sem sair do que está fazendo.
Quando o condomínio libera, a batida também pode ser feita por mensagem, com selfie.
Caderno de ponto não vale nada numa reclamatória. Registro com número, que ninguém edita e que o funcionário confere, vale — para os dois lados.
Cada batida recebe o seu NSR sequencial e o comprovante do trabalhador, no padrão de ponto por aplicativo da Portaria 671.
Nem o funcionário, nem o síndico, nem nós. A marcação nasce imutável.
Esqueceu de bater? Abre-se um pedido, quem gerencia aprova, e o histórico guarda o antes e o depois.
O atestado entra anexado e o dia deixa de contar como falta — e de levar o descanso da semana junto.
AFD e AEJ saem do próprio sistema, no layout da Portaria 671, na hora em que o fiscal pedir.
O porteiro confere as próprias batidas quando quiser. O condomínio não depende de caderno de ponto numa reclamatória.
São dados pessoais. Entram quando o condomínio liga, com finalidade declarada — nunca por padrão.
Quem bateu, quanto deve, quanto tem no banco de horas e o arquivo que vai para o contador — sem ninguém somar à mão.
Quem consegue bater, o que falta no cadastro de cada um e quem ainda não bateu hoje — sem abrir funcionário por funcionário.
Horas trabalhadas e previstas, atraso, falta, extra e noturno, dia a dia. O porteiro vê o dele; o síndico vê de todos.
O saldo vem dos meses anteriores, não zera no dia 1º. Crédito e compensação lançados à mão exigem motivo.
Marcar as férias, corrigir a batida esquecida e desligar alguém acontecem na própria linha da equipe.
Fechado o mês, nenhum ajuste entra por baixo. Reabrir fica só com quem administra o sistema.
A folha do mês dia a dia, pronta para imprimir e colher a assinatura do funcionário.
As horas do mês por funcionário — extra 50% e 100%, noturno, descanso e faltas — no layout do sistema de folha que ele já usa.
Cada pessoa que toca o condomínio entra pela mesma porta e enxerga só o que é dela.
E o ponto é uma peça — o mesmo sistema cuida do condomínio inteiro.
Emissão em lote e baixa automática.
O retorno do banco entra sozinho.
Da inadimplência ao contrato assinado.
O dinheiro cai na conta certa, sozinho.
Prestação de contas pronta no fim do mês.
A reunião acaba com o rascunho da ata escrito.
O morador vota pelo aplicativo.
Face, digital, cartão, senha, QR e interfone.
Etiqueta lida, morador avisado.
A câmera reconhece e só então avisa.
As câmeras do muro, compartilhadas.
Painéis JFL e Intelbras, com arme e desarme pela tela.
Do condomínio à unidade, NBR 16280.
O prédio avisa antes de dar problema.
Escala 12x36, ponto e férias num lugar só.
Nasce e é assinado no mesmo lugar.
O recado alcança quem não abre o app.
O condômino vê só a sua marca.
O condômino nunca precisa saber que existe um fornecedor por trás da sua administradora.
Conte quantos funcionários e quais turnos o condomínio tem — a gente mostra rodando.
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