Sobe de mãos cheias
Sacola do mercado, criança no colo, a caixa que acabou de chegar. O rosto é reconhecido dentro da cabine e o botão do seu andar responde.
O morador entra na cabine de mãos cheias, o rosto é reconhecido — e só os botões dos andares dele respondem.
O leitor fica dentro da cabine. Ele reconhece o morador e libera os botões dos andares dele — que continuam sendo apertados como sempre foram.
Nada para procurar no bolso: o rosto é reconhecido e o botão do andar dela responde. Cartão e digital continuam valendo para quem preferir.
Sacola do mercado, criança no colo, a caixa que acabou de chegar. O rosto é reconhecido dentro da cabine e o botão do seu andar responde.
Sem chave, sem cartão, sem tag pendurada no chaveiro. Nada que se perca na mudança ou fique em cima da mesa do trabalho.
Quem já se cadastrou na portaria não se cadastra de novo: a mesma foto vale na entrada, na garagem, na academia e agora no elevador.
O rosto não é obrigatório. Cartão e digital sobem do mesmo jeito, com os mesmos andares.
Sem chave para pendurar no pescoço e sem depender de o porteiro estar livre para apertar o botão por ele.
O síndico libera o andar do apartamento visitado. Quem vai ao 301 sobe ao 3º — e a nenhum outro.
Cada botão de andar só responde a quem tem permissão para aquele andar. É o mesmo perfil da unidade que já governa as portas.
Quem entrou junto com um morador não sobe por tabela: sem andar liberado no cadastro, nenhum botão funciona para ele.
O morador do 12º acende o 12. Passear pelos corredores dos outros deixa de ser possível por descuido ou curiosidade.
Se ninguém liberou um andar para ele, nenhum botão responde — mesmo que ele entre na cabine junto com um morador distraído.
Rosto reconhecido, mas sem andar no perfil, não sobe. O padrão do sistema é negar, nunca liberar tudo por engano.
Ex-morador, funcionário desligado, prestador que terminou o serviço: sai do cadastro e os andares dele param de responder.
O facial da cabine registra a pessoa e o horário no sistema — com nome, não uma imagem para alguém garimpar depois.
A diarista sobe das 8h às 18h. Fora da janela dela, o elevador não responde.
Andar é porta. Quem sobe a que andar sai do perfil da unidade — e o que precisa de exceção se resolve em um clique.
Na tela de Acessos o andar aparece como mais uma porta: mesmo perfil, mesma unidade, mesma tela que o síndico já usa. Nada novo para aprender.
A mudança do 9º chega no sábado: libere o andar, e devolva ao controle no clique seguinte. Vários andares de uma vez, com confirmação antes.
O sistema mostra cada placa de relé online ou fora do ar — o andar que parou de responder aparece antes de o morador reclamar.
Cadastrou a central e o sistema cria os andares em sequência. Quatro ou trinta e sete, sem digitar um a um.
Um botão casa cada andar com as unidades daquele andar. O síndico revisa e salva, em vez de cruzar dezenas de andares na mão.
O pânico do prédio libera todos os andares e o alarme de incêndio bloqueia — por sinal elétrico, sem depender da internet.
O hardware foi validado de ponta a ponta na nossa bancada e o primeiro prédio está em instalação. Você entra sabendo disso — e acompanhado.
A central entra em paralelo à botoeira que já existe. O elevador segue o mesmo, do mesmo fabricante, com o mesmo contrato de manutenção.
O facial vai na cabine; a central destrava os botões. O instalador tem o diagrama de fiação e o passo a passo dentro do sistema.
A central entra em paralelo à botoeira que já existe. Mesmo elevador, mesmo fabricante, mesmo contrato de manutenção.
O facial vai na parede do elevador, ao lado dos botões. É ele que reconhece a pessoa. Modelo validado por nós: Hikvision DS-K1T673DX.
A central DS-K2210 comanda placas de 16 relés — um relé por botão de andar. Até 128 andares no mesmo prédio.
Facial, central e placas conversam por um único barramento RS-485. Os relés entram na botoeira, onde os botões já estão.
O diagrama de fiação com a cor de cada fio e o passo a passo abrem dentro do sistema. Ver o manual de campo.
A central entra na tela de Equipamentos e os andares nascem como leitores. Nenhuma ilha, nenhum outro programa para o síndico abrir.
Cada coisa que ele faz pelo aplicativo é uma ligação que a portaria não recebe e um e-mail que o síndico não responde.
Cada pessoa que toca o condomínio entra pela mesma porta e enxerga só o que é dela.
E o elevador é um ponto de acesso — o mesmo sistema cuida do condomínio inteiro.
Emissão em lote e baixa automática.
O retorno do banco entra sozinho.
Da inadimplência ao contrato assinado.
O dinheiro cai na conta certa, sozinho.
Prestação de contas pronta no fim do mês.
A reunião acaba, a ata já está escrita.
O morador vota pelo aplicativo.
Face, digital, cartão, senha, QR e interfone.
Etiqueta lida, morador avisado.
A câmera reconhece e só então avisa.
As câmeras do muro, compartilhadas.
Painéis JFL e Intelbras no sistema.
Do condomínio à unidade, NBR 16280.
O prédio avisa antes de dar problema.
Folha, ponto e eventos ao governo.
Nasce e é assinado no mesmo lugar.
O recado alcança quem não abre o app.
O condômino vê só a sua marca.
O condômino nunca precisa saber que existe um fornecedor por trás da sua administradora.
Uma conversa de trinta minutos costuma bastar.
ou comercial1@seucondominio.com.br · seucondominio.com.br
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