Cotação por link
Cada fornecedor recebe um link e responde a proposta sem criar login nem instalar nada. As respostas chegam lado a lado, para escolher o vencedor.
Cotação, contrato, medição, diário e aditivo no mesmo lugar. E a reforma do morador seguindo a NBR 16280 — com o termo assinado que protege o síndico.
Fachada, telhado, elevador, garagem. Da primeira cotação ao termo de conclusão assinado, cada etapa fica registrada onde o próximo síndico vai procurar.
As etapas têm data, a medição vira parcela e o aditivo é assinado — não combinado no grupo do condomínio.
Cada fornecedor recebe um link e responde a proposta sem criar login nem instalar nada. As respostas chegam lado a lado, para escolher o vencedor.
Contrato, projeto, ART e nota ficam anexados à obra. O que precisa de assinatura vai assinado e volta arquivado, sem sair do sistema.
A obra é dividida em marcos, cada um com data prevista e percentual executado. O progresso da obra é a soma deles, não um chute.
Mudou o escopo? O aditivo é gerado, assinado pelas partes e aplicado na próxima parcela do empreiteiro — não vira um acerto verbal.
No fim, síndico e empreiteiro assinam. A obra só passa a concluída quando as duas assinaturas entram.
Toda obra concluída fica na linha do tempo do edifício. O próximo síndico não começa do zero, nem pergunta quem fez a fachada em 2019.
A NBR 16280 põe a obra do apartamento no colo do síndico: é ele que aprova, acompanha e responde. O sistema faz ele responder com papel na mão.
Engenheiro, CREA, número da ART e se há intervenção estrutural saem do documento — e o checklist da norma mostra o que ainda falta.
Ele abre a reforma pelo mesmo aplicativo do boleto e anexa projeto e ART. O síndico recebe para analisar, em vez de caçar papel na conversa.
Do PDF saem o engenheiro, o CREA ou CAU, o número da ART, a área e se há intervenção estrutural — sem ninguém digitar.
O sistema confere o que a NBR 16280 exige e mostra o que falta, separando o que é crítico do que é só aviso.
Síndico e morador assinam as condicionantes antes de a obra começar. O síndico pode aprovar direto — mas é o termo que o protege depois.
No fim, o termo de conclusão registra a garantia e a quitação de danos, assinado pelos dois.
Em loteamento e condomínio horizontal, a casa erguida do zero é um terceiro tipo de obra, com as categorias e o acompanhamento dela.
O morador vê as obras do condomínio e as da unidade dele. A reforma alheia aparece sem descrição e sem valor.
Areia na rua, caçamba fora de hora, obra no domingo. A notificação nasce com foto e prazo — e, se ninguém regularizar, ela escala sozinha para a infração.
Foto, gravidade, item de infração e prazo. Quando a notificação vira infração, ela leva tudo isso junto — a multa deixa de ser palavra contra palavra.
Areia na rua, caçamba fora de hora, obra no domingo. O gestor registra com foto e prazo para regularizar — e o morador não alega que ninguém avisou.
O condomínio cadastra o catálogo de infrações uma vez. Na notificação é só marcar — e o que foi marcado fica congelado nela, mesmo que o catálogo mude depois.
Baixa, média, alta ou crítica, com o prazo de regularização junto. A notificação diz o que acontece se o prazo passar.
Aberta, pendente, em andamento, em aguardo, não atendida, regularizada. O status muda em um clique, do mesmo jeito que nas ocorrências.
Não regularizou? A notificação escala para a infração do módulo administrativo, herdando gravidade, itens e morador — e segue para advertência ou multa.
Engenheiro, empreiteiro, mestre e fiscal entram no sistema com acesso só à obra deles — e o documento vai para o lugar certo em vez de sumir na conversa.
Ele recebe um convite por e-mail, clica e cai direto na obra dele. Sem senha para inventar no primeiro acesso, sem chamado com o suporte.
Nada do resto do condomínio: nem o financeiro, nem os moradores, nem as outras obras. O acesso nasce restrito.
ART, contrato, nota e a foto do dia entram por ele — sem passar pelo WhatsApp do síndico e sem se perder no meio da conversa.
Cada documento, foto e diário mostra o nome e o papel de quem subiu. Se alguém perguntar depois, a resposta está na tela.
Engenheiro, empreiteiro, mestre de obras, fiscal e outros — cada um com a sua cor na tela do síndico.
O síndico tira o acesso em um clique. E o convite que ninguém usou expira sozinho em trinta dias.
A medição vira parcela, o INSS é retido sozinho e o evento vai ao governo. O síndico aprova o pagamento; a parte técnica o sistema faz.
A medição do mês é uma parcela. O empreiteiro é o mesmo cadastro de fornecedor que o financeiro do condomínio já usa.
A retenção entra na parcela sem o síndico precisar saber calcular. Ele não vira contador para pagar a obra.
O evento de retenção é gerado e transmitido ao governo pelo próprio sistema, junto com os outros do mês.
O cadastro da obra na Receita fica guardado na obra — e o sistema avisa quando há pagamento com INSS sem CNO, antes de virar autuação.
Ao escolher o empreiteiro, o sistema mostra o que ele já fez neste condomínio: quanto atrasou, quanto estourou do orçado e a nota que ele tirou.
O que foi aprovado e o que já saiu do caixa, lado a lado, com o percentual executado. O estouro aparece enquanto dá para reagir.
O painel responde como vão as obras sem abrir uma por uma — e o relatório da assembleia sai em um clique.
No prazo contra fora do prazo, tempo médio até concluir e a saúde da carteira de obras — em vez de abrir uma por uma para saber como vão.
Aprovação parada, aditivo sem assinatura, cotação sem resposta, pagamento vencendo, marco atrasando, início atrasado. Cada card filtra a lista.
Marco vencido e obra que não começou viram aviso para quem pode agir — no aplicativo, por e-mail ou no WhatsApp, como você escolher.
O previsto e o realizado, mês a mês, no mesmo gráfico. Dá para ver o atraso nascendo, não descobrir no fim.
O PDF da obra com a logo do condomínio, pronto para a assembleia: resumo, orçamento, marcos, pagamentos, aditivos e diários.
Diário, foto e vídeo em ordem cronológica, com autor e data. O vídeo toca na própria página, sem baixar nada.
A administradora vê as obras de todos os condomínios dela numa tela só, sem trocar de prédio a cada consulta.
Cada pessoa que toca o condomínio entra pela mesma porta e enxerga só o que é dela.
E a obra é um capítulo — o mesmo sistema cuida do condomínio inteiro.
Emissão em lote e baixa automática.
O retorno do banco entra sozinho.
Da inadimplência ao contrato assinado.
O dinheiro cai na conta certa, sozinho.
Prestação de contas pronta no fim do mês.
A reunião acaba, a ata já está escrita.
O morador vota pelo aplicativo.
Face, digital, cartão, senha, QR e interfone.
Etiqueta lida, morador avisado.
A câmera reconhece e só então avisa.
As câmeras do muro, compartilhadas.
Painéis JFL e Intelbras no sistema.
Do condomínio à unidade, NBR 16280.
O prédio avisa antes de dar problema.
Folha, ponto e eventos ao governo.
Nasce e é assinado no mesmo lugar.
O recado alcança quem não abre o app.
O condômino vê só a sua marca.
O condômino nunca precisa saber que existe um fornecedor por trás da sua administradora.
Uma conversa de trinta minutos costuma bastar.
ou comercial1@seucondominio.com.br · seucondominio.com.br
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