O interfone toca no seu bolso
O visitante chama da portaria e o telefone que toca é o do morador — em casa, no trabalho ou a mil quilômetros dali.
O visitante chama do portão, o morador vê quem é e abre a porta pelo celular — esteja ele em casa, no trabalho ou viajando.
O visitante chama do portão e o telefone que toca é o do morador — onde quer que ele esteja. Com a imagem de quem está lá e o botão de abrir a porta na mesma tela.
O morador vê quem está tocando, fala com a pessoa e libera a entrada sem sair de onde está — ou sem descer um andar.
O visitante chama da portaria e o telefone que toca é o do morador — em casa, no trabalho ou a mil quilômetros dali.
A câmera do portão entra junto com a chamada: o morador olha antes de liberar.
Um toque no aplicativo e o portão abre. Sem descer, sem monofone na parede.
Quem não quer app recebe uma ligação de voz normal no celular e abre a porta digitando um código.
Chama todos os telefones da unidade ao mesmo tempo — quem atender primeiro fala.
A central telefônica virou nuvem: sem PABX na parede, sem linha alugada, sem manutenção de central.
Control iD, Hikvision e Intelbras viram ramal. O equipamento se configura sozinho, à distância.
O porteiro atende pelo navegador, com discador, vídeo do visitante e o botão de abrir a porta.
Quem chamou, a que horas, quanto durou, quem atendeu — e o que ficou sem resposta.
O facial da portaria vira o interfone. O mesmo aparelho que reconhece o morador chama o apartamento do visitante.
Control iD, Hikvision e Intelbras viram ramal e se configuram sozinhos, pela nuvem — sem ninguém subir no prédio para digitar senha.
Interfone antigo custa linha telefônica, central na parede e manutenção. Aqui a chamada viaja pela internet — e o condomínio escolhe, unidade a unidade, como o morador atende.
Quando o morador está no aplicativo, a ligação viaja pela internet — não há minuto de telefonia sendo queimado.
Medido em produção: a mesma chamada, agora com vídeo, custa cerca de um nono da ligação para celular.
Tocar em quatro telefones ao mesmo tempo não cobra os que não atenderam.
Cada apartamento recebe no aplicativo ou por ligação de voz. É essa escolha que define a conta.
Cada pessoa que toca o condomínio entra pela mesma porta e enxerga só o que é dela.
E o interfone é uma peça — o mesmo sistema cuida do condomínio inteiro.
Emissão em lote e baixa automática.
O retorno do banco entra sozinho.
Da inadimplência ao contrato assinado.
O dinheiro cai na conta certa, sozinho.
Prestação de contas pronta no fim do mês.
A reunião acaba, a ata já está escrita.
O morador vota pelo aplicativo.
Face, digital, cartão, senha, QR e interfone.
Etiqueta lida, morador avisado.
A câmera reconhece e só então avisa.
As câmeras do muro, compartilhadas.
Painéis JFL e Intelbras no sistema.
Do condomínio à unidade, NBR 16280.
O prédio avisa antes de dar problema.
Folha, ponto e eventos ao governo.
Nasce e é assinado no mesmo lugar.
O recado alcança quem não abre o app.
O condômino vê só a sua marca.
O condômino nunca precisa saber que existe um fornecedor por trás da sua administradora.
Uma conversa de trinta minutos costuma bastar.
ou comercial1@seucondominio.com.br · seucondominio.com.br
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