O edital sai pronto
Em PDF, com a pauta, o quórum de cada item e a antecedência que a convenção pede. Enviado por e-mail aos moradores.
Pauta com o quórum de cada item, voto com o peso de cada unidade e a ata que a IA rascunha para o síndico revisar.
A pauta já nasce com o quórum que cada item exige e com a regra de quem pode votar — e é isso que o edital leva.
Em PDF, com a pauta, o quórum de cada item e a antecedência que a convenção pede. Enviado por e-mail aos moradores.
Um quarto, metade, dois terços, três quartos ou um percentual próprio — o item da pauta já nasce sabendo o que a lei exige dele.
Peso por unidade ou por fração ideal, conforme a convenção. Convenção não-igualitária é a regra, não a exceção.
Quando a convenção exige, quem está devendo não vota — sem o síndico precisar constranger ninguém na hora.
O síndico cadastra nome, CPF e o PDF da procuração. Quem não pôde vir é representado, e o voto entra pela unidade.
Assembleias anteriores, com pauta, resultado e ata assinada. O próximo síndico não começa do zero.
Assembleia contestada se ganha com registro: quem entrou, quanto pesa o voto de cada unidade e o que foi decidido em cada item.
Quem entra na sala é uma unidade identificada. A conta do quórum se faz sozinha, item a item — sem lista passando de mão em mão.
Exigido contra atingido, enquanto a assembleia acontece. É um alerta ao síndico: quem decide instalar a assembleia é ele, não o software.
Cada voto fica registrado com autor, peso, data e hora. É esse registro que sustenta o resultado se alguém questionar depois.
Dá para esconder o resultado parcial dos participantes, para ninguém votar olhando o placar.
O morador se manifesta no item, e a manifestação fica anexada à deliberação — não perdida no grupo do WhatsApp.
Quem votou o quê, quando, e o que mudou depois. Assembleia contestada se ganha com registro.
A gravação vira transcrição, a transcrição vira rascunho de ata — e o síndico revisa em vez de escrever a madrugada inteira.
O que a IA entrega é a primeira versão, com preâmbulo, presentes e as deliberações. O síndico revisa, edita e assina.
O áudio da reunião é transcrito em português, fala por fala, depois que a assembleia acaba.
Preâmbulo, presentes e a deliberação de cada item da pauta. Não é a ata final: é a primeira versão, para o síndico revisar e editar.
Escrever a ata no editor do sistema, subir o arquivo pronto ou registrar a ata lavrada fora — os três terminam em assinatura digital.
Depois de assinada, a ata fica travada no histórico, com o registro de quem assinou e quando.
Ata, convenção e regimento ficam à mão de quem quiser conferir — e param de virar pedido de e-mail para a administradora.
O morador entra por um link, sem conta e sem licença de vídeo. O síndico não gerencia plataforma nenhuma — e a gravação volta para um bucket nosso, no Brasil.
Cada pessoa que toca o condomínio entra pela mesma porta e enxerga só o que é dela.
E a assembleia é uma noite do ano — o mesmo sistema cuida do condomínio inteiro.
Emissão em lote e baixa automática.
O retorno do banco entra sozinho.
Da inadimplência ao contrato assinado.
O dinheiro cai na conta certa, sozinho.
Prestação de contas pronta no fim do mês.
A reunião acaba, a ata já está escrita.
O morador vota pelo aplicativo.
Face, digital, cartão, senha, QR e interfone.
Etiqueta lida, morador avisado.
A câmera reconhece e só então avisa.
As câmeras do muro, compartilhadas.
Painéis JFL e Intelbras no sistema.
Do condomínio à unidade, NBR 16280.
O prédio avisa antes de dar problema.
Folha, ponto e eventos ao governo.
Nasce e é assinado no mesmo lugar.
O recado alcança quem não abre o app.
O condômino vê só a sua marca.
O condômino nunca precisa saber que existe um fornecedor por trás da sua administradora.
Uma conversa de trinta minutos costuma bastar.
ou comercial1@seucondominio.com.br · seucondominio.com.br
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